A maldição do Terceiro Mundo de ser rico em recursos naturais
Texto: Rafael Cuevas Molina - Presidente AUNA-Costa Rica
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Na Bolívia, termina a greve na saúde
22.05.2012 – A greve no setor da saúde, na Bolívia, durou 52 dias, e foi provocada por um decreto presidencial (o 1126) que aumentava para oito horas a jornada de trabalho que desde há tempos estava sendo de seis horas, conforme antigas reivindicações dos trabalhadores e profissionais médicos. A luta começou tão logo o decreto foi editado em 24 de janeiro, mas as paralisações tiveram início quando da sua regulamentação em março. Primeiro foram os trabalhadores que começaram a realizar marchas e até greve de fome, depois se somaram os estudantes das Escolas de Medicina das universidades públicas e o movimento cresceu.
No último sábado, depois de muitos dias de conversas e negociações os trabalhadores firmaram um acordo com o governo uma vez que Evo Morales já havia voltado atrás na decisão, suspendendo o decreto no dia 04 de maio.
Agora, os trabalhadores terão de se organizar para dar conta de tudo que ficou pendente. Segundo dados do governo, confirmado pelo Colégio Médico da Bolívia, mais de 800 cirurgias deixaram de ser feitas nesses dias de greve e todas devem ser reprogramadas. Conforme informações dos próprios médicos, tão logo o decreto foi suspenso, muitas cirurgia e atendimentos já começaram a ser feitos e agora, com o acordo firmado, o serviço deve ser normalizado.
Texto: Rafael Cuevas Molina - Presidente AUNA-Costa Rica
Texto: IELA
Texto: IELA
Texto: Ana Esther Ceceña Observatório Latino-Americano de Geopolítica
Texto: Bruno Lima Rocha - jornalista