A "mãe" das tempestades e a manipulação climática

2 de Fevereiro de 2016, por Tania Faillace


Sexta-feira, dia 30 de janeiro, Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, viveu a pior tempestade de sua história. Além de ventos com velocidade superior a 100km/h, teve uma tempestade elétrica de uma intensidade e duração como não se tinha notícia ou memória. Como resultado, 300 mil usuários ficaram sem o fornecimento de energia elétrica por mais de 15 horas, e até 30 horas, e boa parte da população ficou também sem água em áreas centrais, em razão de que, entre os seis geradores da empresa municipal de distribuição de água (DMAE), quatro ainda se conservam sem condições de operar.

Até o momento, não foram divulgados números objetivos nem explicações detalhadas dos danos, além dos danos urbanísticos como a erradicação de árvores, e destruição de praças e espaços públicos. Isto é, não foram divulgados números sobre o número de descargas elétricas (raios) que se abateram sobre a capital, nem seu potencial energético, assim como também ainda não foi comunicada a extensão dos danos nas subestações de distribuição de energia elétrica no município (e região metropolitana), e nas instalações secundárias (transformadores de rua, etc.)

A excepcionalidade desse evento leva-nos a cogitar que estão em pleno desenvolvimento e experimentalismo, as pesquisas "científicas" de alteração artificial de climas locais e regionais, através da manipulação das camadas ionizadas da atmosfera, e uso de ondas eletro-magnéticas para sua potencialização.  É mais ou menos de conhecimento geral (ou apenas como conversa ao pé do ouvido) que o tsunami do Haiti teria sido provocado. Precisaríamos, pois, que experts na matéria (meteorologistas, climatologistas e da área da geoengenharia) se debruçassem sobre o assunto.

Sabemos que a Guerra Assimétrica se esmera em diversificar seus meios de destruição dos semelhantes cujos recursos ambicionam, tanto pela manipulação genética de vírus e mutações, como da contaminação do ambiente, e destruição de suas características protetoras. Tudo isso sob alegações de buscar o progresso e a modernidade para melhores lucros financeiros (dos grupos já hegemônicos, obviamente), dentro do projeto da Nova Ordem Mundial, que pretende formalizar o Governo Mundial, de caráter totalitário, e sob a direção das mega-corporações econômicas e financeiras, e a substituição do poder político do cidadão por um gerenciamento comercial dos territórios, com eliminação das nações-estados e das identidades nacionais.

Isso permitirá também a redução da população humana, tanto por meios materiais (inclusive a fome, por alterações nos climas e na produção de alimentos) como pelo genocídio direto, e a revolução cultural, que elimine a organização familiar natural. A manipulação do clima tanto permitirá a manipulação de preços dos mercados de produtos agrícolas, como a destruição da base econômica de muitos países.

É muito importante, pois, que os ambientalistas e outros defensores da espécie humana e da Mãe Terra, procurem investigar e saber mais sobre alguns fenõmenos aparentemente naturais, mas que podem ser provocados, para esclarecimento da população, dos poderes públicos, e como incentivo formação de uma rede integrada de ambientalistas e defensores de uma sociedade mais justa e inteligente em sua atuação.

Que se diluam as fronteiras estanques entre os vários grupos de ambientalistas para que se tenha uma política e uma atuação integrada e uma ação educativa dentro dos grupos sociais.

O esforço deverá ser permanente, e a tarefa não será fácil, porque há interesses corruptores por todos os lados e buscando infiltrar-se em todos os níveis da organização social brasileira e latino-americana em benefício do neo-colonialismo, atualmente em marcha.

Tania Jamardo Faillace é jornalista e escritora de Porto Alegre, RS