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Nova sede do IELA já está saindo do papel

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Por IELA em 15 de janeiro de 2015

Nova sede do IELA já está saindo do papel

Nova sede do IELA já está saindo do papel
01.06.2009 – Até o final do ano o IELA deverá contar com um novo espaço físico na UFSC. Como a cada dia o volume de trabalho e as inovadoras  realizações se expandem, também cresce a necessidade da organização do grupo do instituto em um lugar mais adequado, que contemple biblioteca,  sala  de pesquisa e espaço de trabalho. Assim, a partir de  iniciativa própria, por meio de articulação com o MEC e com apoio da  administração central da UFSC e da direção do CSE, foram captados  200 mil reais em recursos orçamentários especiais no final de 2008,  para sede do IELA e a ampliação do espaço do Centro  Sócio-Econômico.
 
Serão construídos três andares, anexo ao bloco B do  CSE, cada um com quatro grandes salas. A iniciativa do IELA para  usufruir deste investimento visou combinar a possibilidade de  construção de espaço próprio com uma contrapartida aos Departamentos  e Centro Sócio-Econômico, pelo apoio obtido desde a sua  estruturação. Nesse sentido, o IELA propôs uma nova parceria com o  Departamento de Serviço Social e de Ciências Econômicas, dividindo o  novo espaço igualmente, onde um andar ficará com o Serviço Social,  outro com a Economia e o terceiro será usado para acolher o Instituto de Estudos  Latino-Americanos.
Conforme esclarece o diretor do ETUSC, Luis Zenni, este era um  projeto  já elaborado pelos técnicos do escritório e, por conta disso, o  trâmite será mais rápido. Como a obra já foi autorizada  pela  reitoria, agora entra no processo de atualização técnica, com  a  preparação dos memoriais e finalização do orçamento. Feito isso  será encaminhado  para a licitação. “Vamos fazer tomada de preço, o  que garante que a  obra seja iniciada este ano, pois, nesse  processo, ainda que só duas  empresas apresentem proposta é possível  aprovar um orçamento”, diz  Zenni.  Este tempo entre atualização e  licitação deve tomar até 60  dias, daí a possibilidade de início  efetivo das obras acontecer no mês de agosto.
Para o diretor do Centro Sócio-Econômico, professor Ricardo de Oliveira, a  possibilidade da realização de uma obra que desde 2006 estava no  papel é muito importante. “Vamos poder ampliar os espaços para os  cursos de Economia e Serviço Social, minimizando assim o reincidente  problema de espaço.” Ele lembra que a carência de espaço físico é  um problema histórico nos Centros de Ensino da na UFSC, mas, agora, com a  adesão ao REUNI, isso se agravou ainda mais. Muitos cursos aumentaram o número de vagas, outros departamentos criaram cursos e a estrutura segue como sempre foi.  “É necessário que as autoridades   da UFSC se preocupem com este fato”.
 
Ricardo relembra que o prolongamento do CSE há muito estava  planejado em parceria com o Serviço Social, mas foi só agora, com a firme determinação da chefe do departamento, professora Beatriz Paiva,  com importantes articulações no MEC, é que o projeto saiu do papel.  A proposta de garantir o espaço do segundo andar para o IELA foi  aprovado por todos os membros do  colegiado do Centro e dos departamentos envolvidos.
 
O professor Helton Ricardo Ouriques, chefe do Departamento de Economia, vê  com bons olhos a nova obra. “Nós estamos em expansão por aqui com o  novo curso de Relações Internacionais. Precisamos de mais salas de  professores, para grupos de pesquisa etc… É certo que ainda será um paliativo, mas o que vier vem bem”.
 
 A professora Beatriz Paiva, integrante do IELA, e que atualmente  chefia o departamento  de Serviço Social, entende que esta é uma  importante vitória para o Centro, pois o acesso a recursos públicos orçamentários para investimento e construção é sempre muito difícil  e lento. “Fizemos  todos os contatos e negociamos bastante. Essa  ação combinada foi que garantiu a aprovação do nosso projeto e a liberação deste recurso bem no final do ano passado. Agora, é só  encaminhar a obra.” Todavia observa que, apesar de garantir uma  melhora para os cursos do Centro, ainda não resolve todos os  problemas, uma vez que a expansão é uma necessidade crescente para a  universidade pública em nosso país.
Nildo Ouriques, presidente do Iela, também vê a situação como provisória. “É um espaço importante, mas o Iela cresceu muito e precisa de muito mais espaço. Isso significa  que o trabalho para a construção da sede definitiva vai continuar”.

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