Meu amigo Ricardo Frota D’Alburqueque Maranhão
Texto: Gilberto Felisberto Vasconcellos
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Os representantes dos países do Caribe que estiveram na Vigésima reunião da Associação dos Estados do Caribe, realizada na Guatemala essa semana, se manifestaram veementemente contra a declaração do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que qualificou a Venezuela como uma ameaça à segurança estadunidense.
Segundo Bruno Rodríguez, representante cubano, o debate realizado pelos ministros foi bastante construtivo no que diz respeito à situação criada pela ordem executiva emitida por Obama. Houve um generalizado rechaço à aplicação de sanções unilaterais conforme foram anunciadas pelo governante estadunidense.
Os governantes do Caribe ressaltaram a necessidade de manter a América Latina e o Caribe como uma zona de paz, pacto já firmado pelos chefes de Estado na Conferência da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) acontecida em Havana no mês de janeiro de 2014. “Consideramos que essa proclama deve ser a base para as relações da Celac com qualquer país e renovamos o chamado aos Estados Unidos para que se relacione com a região baseado no respeito ao conteúdo dessa declaração”, disse Rodríguez.
Obama, por outro lado, segue ignorando essas diretrizes e já ordenou implementar sanções contra funcionários e ex-funcionários venezuelanos cujos bens nos Estados Unidos estão congelados, bem como está proibida a entrada de venezuelanos no território estadunidense. É fato que essas proibições estão ajustadas a “certos indivíduos” venezuelanos, ou seja, àqueles que estiverem ligados ao governo de Maduro.
Texto: Gilberto Felisberto Vasconcellos
Texto: Michel Goulart da Silva
Texto: Elaine Tavares
Texto: Elaine Tavares