A guerra contra Cuba
Texto: IELA
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A reunião entre Donald Trump e Gustavo Petro nos Estados Unidos foi considerada “muito boa” por ambos os lados. Depois de várias escaramuças e discursos afiados entre os dois presidentes, eles comportaram-se como “bons meninos” em Washington. Trump dizendo que a reunião foi agradável e Petro concordando. Sobre o narcotráfico o presidente colombiano apresentou os dados sobre as ações que vem sendo realizadas no país e informou ao presidente dos EUA que, ao contrário do que se pensa, a primeira linha de mando do narco não está na Colômbia, mas sim em Dubai, Miami e Madrid. “Passei os nomes ao presidente, há que ir por eles”.
Outro tema importante foi a questão da energia. Pedro considerou reativar o intercâmbio de óleo cru e gás através da Ecopetrol e ponderou que para isso acontecer é preciso retomar as relações energéticas com a Venezuela, no sentido de refinar o petróleo na Colômbia. Sendo assim, as sanções dos EUA contra a Pdvesa precisam ser levantadas.
“Foi um encontro entre livres”, disse Petro, mas, ao que parece não foi bem assim já que Donald Trump afirmou que os Estados Unidos vai manter a Colômbia em observação até as eleições presidenciais que acontecem em 31 de maio, e ainda exigiu que tudo aconteça de maneira democrática e sem interferências. Por acaso são os Estados Unidos o xerife do mundo? Parece que sim, afinal, quando Trump diz “sem interferências” está dizendo por parte dos colombianos, porque ele pode interferir sem limites como fez nas eleições de Honduras, por exemplo.
Como tem sido praxe acontecer com o presidente Donald Trump qualquer reunião pode ser excelente desde que o outro lado aceite tudo o que ele propuser. Não se sabe o que Petro respondeu sobre essa “observação” que será feita sobre o processo eleitoral. Para os jornalistas disse que as eleições não foram discutidas.
É fato que Trump quer o petróleo da Venezuela e a Colômbia pode ser uma boa parceira no refino do óleo, daí o interesse em garantir que, em maio, o vencedor das eleições seja alguém afinado com os Estados Unidos já que, como se sabe, ele tem um plano bem claro para a região: controle total. Resta agora ver como ele vai agir depois do “agradável” encontro. Como se sabe, se há algo que não muda, são os hábitos alimentares da águia imperialista.
Texto: IELA
Texto: Elaine Tavares
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