Projeto Escravos Unidos – O encarceramento nos Estados Unidos (E 5)
Texto: IELA
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O ano de 2017 foi marcado por um grande crescimento na difusão via internet da produção de conteúdo do Instituto de Estudos Latino-Americanos. A comunicação do IELA, que é coordenada pela Jornalista Elaine Tavares, contou no último ano também com a colaboração dos bolsistas do curso de Jornalismo Rubens Lopes e Pedro Cruz, e do curso de Design Luciano Teixeira. Também contribuíram com conteúdo os demais pesquisadores do Instituto.
Acompanhe os números:
Facebook
A página do IELA no Facebook que começou 2017 com 7.566 curtidas, terminou o ano com 13.260, um crescimento de 75%, ainda que tenha sofrido constantemente com o efeito negativo do algoritmo da rede social, que cada vez prejudica mais a divulgação de publicações não pagas.
Mesmo diante desse cenário, o Facebook continua sendo, dentre as redes sociais, a principal origem de acesso ao nosso portal de notícias, responsável por 97,49% dos acessos ao site do IELA provenientes desse tipo de rede no último ano.
Youtube
Já nosso canal no Youtube, plataforma de divulgação das palestras, entrevistas e programas produzidos pelo Instituto, passou de 4.672 inscritos em Janeiro de 2017 para 8.474 ao fim do ano, um crescimento de 81%. Foram 341.958 acessos que somaram um tempo total de visualização de 3.867.469 minutos, o equivalente a 7 anos e 129 dias.
Em termos geográficos, as visualizações vieram de 133 países/territórios diferentes, sendo os principais: o Brasil (324.015 visualizações), os Estados Unidos (2.408 visualizações), Portugal (1.946 visualizações), a Argentina (1.336 visualizações), e o México (1.184 visualizações).
Os 10 vídeos mais acessados foram:
Vídeo
Visualizações (Porcentagem)
“Vivemos um momento extraordinário”
20.413 (6,0%)
A crise brasileira e a luta de classes
17.373 (5,1%)
Brincadeira das crianças guarani | Indígena Digital
13.151 (3,8%)
Ariano Suassuna – uma entrevista
12.425 (3,6%)
Virgínia Fontes – uma entrevista
11.668 (3,4%)
“O governo está nos chamando para a guerra”
9.151 (2,7%)
Programa Pensamento Crítico: O governo Trump e a América Latina (E22)
7.936 (2,3%)
Programa Pensamento Crítico: Estado, Política e Conjuntura Brasileira (E31)
7.570 (2,2%)
Programa Pensamento Crítico: Venezuela (E25)
6.811 (2,0%)
“Há festa no andar da classe dominante”
6.577 (1,9%)
Entre os tipos de dispositivos usados para acessar o canal, a maioria continua sendo de computadores (53%), seguidos por dispositivos móveis (34%), TVs (8,3%), Tablets (4,3%), e por último, por consoles de jogos (0,7%).
Portal
O novo portal do IELA, criado em 2015 por Guilherme e Lucas Constantino, foi, dentre todos os espaços eletrônicos do Instituto, o que mais cresceu. O número de acessos anual subiu de 165.921 em 2016 para 319.971 em 2017, um crescimento de 93%.
Em termos geográficos, os acessos vieram de 146 países/territórios diferentes, que são todos aqueles pintados em tons de azul conforme o mapa abaixo:
A maioria dos acessos foi do continente americano (93,66%), seguido pela Europa (4,82%), África (0,89%), Ásia (0,39%) e Oceania (0,04%). Acessos com localização indeterminada contabilizaram 0,21% do total.
Oa 10 principais países estão listados na tabela abaixo:
País
Acessos (Porcentagem)
1.
Brasil
189.830(81,09%)
2.
Espanha
5.504(2,35%)
3.
Argentina
4.623(1,97%)
4.
México
4.207(1,80%)
5.
Colômbia
3.750(1,60%)
6.
Equador
3.390(1,45%)
7.
Portugal
2.996(1,28%)
8.
EUA
2.711(1,16%)
9.
Venezuela
2.035(0,87%)
10.
Chile
2.007(0,86%)
Na América Latina e Caribe, pessoas de todos os países e praticamente todos os territórios visitaram nosso portal, incluindo lugares como Guiana, Suriname e Guiana Francesa, além de Barbados, Guadalupe e Curaçao, dentre outros.
O portal do IELA contabilizou também o acesso de 3.506 cidades diferentes, sendo as maiores: São Paulo (23.882 visualizações, 10,20%), Florianópolis (19.120, 8,17%), Rio de Janeiro (15.657, 6,69%), e Belo Horizonte (9.211, 3,93%). Entre as cidades do exterior, o maior número de visitas veio de Bogotá, na Colômbia (1.653, 0,71%) e Buenos Aires, na Argentina (1.397, 0,60%).
Quanto ao conteúdo, 55,66% dos acessos foram direcionados a páginas de notícias, 10,52% à página principal do Instituto, 5,88% a artigos e edições da REBELA, a Revista Brasileira de Estudos Latino-Americanos, e 5,79% para notícias e vídeos relacionados ao projeto Povos Originários, coordenado pela Jornalista Elaine Tavares.
As 10 páginas do portal mais acessadas foram:
Endereço
Acessos(Porcentagem)
1.
Página Principal
33.674(10,52%)
2.
/noticia/como-o-feminismo-se-tornou-empregada-do-capitalismo-e-como-resgata-lo
20.024(6,26%)
3.
/noticia/24-cosas-sobre-isis-y-al-qaeda-que-no-quieren-que-sepas
17.524(5,48%)
4.
/instituto
7.036(2,20%)
5.
/noticia/razoes-do-brexit-porque-os-britanicos-sairam-da-uniao-europeia
6.680(2,09%)
6.
/noticia/o-povo-da-nubia
6.521(2,04%)
7.
/noticia/florestan-fernandes-e-sociologia-brasileira
6.239(1,95%)
8.
/noticia/venezuela-o-golpe-e-de-quem
5.998(1,87%)
9.
/povos-originarios/noticia/o-novo-movimento-indigena-brasileiro
5.314(1,66%)
10.
/noticia/o-pensamento-de-rosa-luxemburgo
4.786(1,50%)
A maioria dos dispositivos usados para acessar o site do IELA continua sendo de computadores (53,79%), mas os acessos oriundos de dispositivos móveis (43,96%) e Tablets (2,25%) cresceram consideravelmente.
Por fim, mesmo que a conjuntura de acentuamento da luta de classes em toda América Latina tenha contribuído para o crescimento da busca pelo pensamento crítico defendido pelo IELA, acreditamos que a difusão do conhecimento produzido e divulgado pelo Instituto só poderia estar crescendo com a ajuda de vocês, leitores. Assim sendo, em nome de toda equipe do Instituto de Estudos Latino-Americanos, nosso muito obrigado!
Texto: IELA