As medidas protecionistas de Trump
Texto: IELA
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O professor Nildo Ouriques, presidente do IELA, esteve na sede da Casa das Américas em Cuba. Em reunião com Jaime Gómez Triana (Vice-presidente da Casa de las Américas) e Luis Rojas (Sub-diretor do Fundo Editorial Casa de las Américas) discutiu a possibilidade de construção conjunta de um programa de cooperação com iniciativas no âmbito editorial para fomentar a literatura em escala latino-americana. Nildo, que atualmente também ocupa o cargo de diretor da Editora da UFSC, propôs a cessão dos direitos autorais das obras organizadas pela Casa da América, para a publicação em forma física e em formato e digital, coedições e traduções de obras clássicas para o português. “A ideia é fomentar e fortalecer a integração literária da América Latina”.
A Casa das Américas é uma das mais icônicas organizações cubanas. Foi fundada em 1959, apenas quatro meses depois da vitória da revolução, por Haydée Santamaría, revolucionária cubana que participou do assalto ao Quartel Moncada e teve protagonismo em todo o processo revolucionário, sendo também uma das fundadoras do partido Comunista Cubano. Haidée dirigiu a casa até o ano de 1980. O objetivo sempre foi promover a integração latino-americana através da literatura e das letras.
O edifício, em arte decó, onde está a Casa das Américas abriga uma coleção de arte cubana e latino-americana. Ali também são promovidos festivais, exposições, encontros de literatura, teatro, artes plásticas e música. A instituição promove todos os anos o Prêmio Casa de las Américas, dedicado a escritores latino-americanos e caribenhos.
Texto: IELA
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