As medidas protecionistas de Trump
Texto: IELA
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Crianças cubanas têm saúde, educação e segurança
Confiando no princípio martiniano de que a melhor medicina não é a que cura, mas aquela que previne, e enfrentando uma pandemia que atinge o mundo por um longo tempo, Cuba acaba de anunciar indicadores de saúde favoráveis ao longo do último ano.
Em um ano marcado pela Covid-19 e pelo aumento implacável de um bloqueio genocida dos EUA, Cuba alcançou a mortalidade infantil de 4,9 por mil crianças vivas, a segunda menor do continente.
Apenas o Canadá nas Américas tem melhores indicadores de mortalidade infantil do que Cuba em 2020, com 4,29.
Já os Estados Unidos, cujo governo aplica uma política de bloqueio criminoso contra Cuba, tiveram uma mortalidade infantil maior do que a pequena nação antilleana, com uma porcentagem de 5,26 mortes por mil crianças nascidas vivas, de acordo com estatísticas oficiais publicadas na internet.
Apesar da situação epidemiológica do mundo, que também tem impacto sobre Cuba, o país fechou o ano sem relatar mortes maternas ou infantis em todo o arquipélago caribenho.
O Ministério da Saúde Pública cubano anunciou que, no último ano, nasceram 105 mil e 30 crianças, lembrando novamente José Martí que elas constituem a esperança do mundo.
Cuba, uma pequena nação que durante o ano desempenhou um papel reconhecido em solidariedade com outras nações da América e do resto do mundo no confronto com a pandemia Covid-19, orgulhosamente tem um desempenho muito bom internamente também.
Para o governo que encerra seu mandato nos Estados Unidos desferindo novos golpes contra Cuba, incluindo uma campanha feroz contra a cooperação médica cubana, as grandes conquistas das antilhas na mortalidade infantil são uma nova derrota flagrante.
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