Literatura

Acabo de ler a obra completa de Lima Barreto. São 17 volumes, publicados pela Editora Brasiliense, em 1956. Uma preciosidade para entender e compreender a história da República Velha, bem como as relações de poder daquele período, que se repetem hoje. Lima Barreto é o homem da “literatura militante”. Este termo foi empregado por Eça de Queirós, ao comparar o espírito da literatura francesa com a portuguesa. Enquanto as letras gálicas se ocupavam do debate das questões de sua época, as lusitanas...
As Jornadas Bolivarianas obtiveram a aprovação de mérito para o evento “Política e Literatura na América Latina” em todos os órgãos aos quais submetemos nossa proposta da décima primeira edição do evento. Ademais, o orçamento aprovado com atraso no Congresso Nacional tornou impossível a liberação dos recursos por nós obtido nos editais nacionais. Neste contexto, a direção do IELA decidiu adiar o evento que sempre realizamos em abril para o mês de setembro próximo com a mesma programação e, se possível, com os mesmos convidados.