Colômbia: contra a fraude, desobediência civil
Texto: IELA
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Foto: Elaine Tavares
Todos os dias, em Florianópolis, mais de 200 mil pessoas usam o transporte coletivo, hoje na mão de um único consórcio que, na verdade, reúne as antigas empresas que tradicionalmente já faziam o serviço na cidade. São 253 linhas operando, com 524 ônibus, para atender uma população de 587 mil pessoas. Mas, o número pode chegar a um milhão e meio se considerarmos que muita gente que trabalha na capital vem das cidades vizinhas que compões a grande Florianópolis. Quem depende deste transporte para se mover na cidade enfrenta inúmeras dificuldades que passam pela lógica do transporte “desintegrado”, falta de linhas, poucos horários, esperas intermináveis nos terminais. Por conta disso, muitos trabalhadores preferem enfrentar o perigo usando motos ou bicicletas motorizadas para fugir das longas horas que acabam conformando o trajeto.
A Revista Pobres e Nojentas produziu um documentário sobre a questão do transporte e como a disposição do espaço urbano em Florianópolis e área conurbada impacta a vida das pessoas, principalmente das mulheres, desvendando as limitações físicas, sociais e simbólicas para a apropriação da cidade. As jornalistas Miriam Santini de Abreu e Elaine Tavares ouviram mulheres da Comunidade Marielle Franco (Maciço do Morro da Cruz) e do Centro de Florianópolis, bem como do Brejaru, Frei Damião e Ocupação Elza Soares, em Palhoça. As falas mostram o calvário diário de quem precisa usar o transporte coletivo, que é feito – mal e porcamente – apenas para levar e trazer o trabalhador aos espaços de trabalho.
Texto: Nildo Domingos Ouriques
Texto: Ángel González - Razones de Cuba
Texto: IELA
Texto: Jorge Luis Sierra - jornalista e editor mexicano-estadunidense
Texto: Leonardo Wexell Severo