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Marcas da fronteira: tráfico humano existe e é visível

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Por IELA em 28 de abril de 2026

Marcas da fronteira: tráfico humano existe e é visível

Na tríplice fronteira de Roraima com Venezuela e Guiana, um crime silencioso deixa marcas na vida das pessoas. O documentário “Marcas da Fronteira” aborda a realidade do tráfico de pessoas, revelando suas conexões com a crise migratória, a desigualdade social e crimes socioambientais, como o garimpo ilegal. O filme acompanha a missão da Comissão Episcopal de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (CEETH-CNBB) para denunciar essa grave violação.

Por meio de entrevistas realizadas em Boa Vista, Bonfim e Pacaraima, cidades fronteiriças com Venezuela e Guiana, são expostas como transparentes de direitos humanos, a exploração sexual e o trabalho escravo que vulnerabiliza brasileiros, migrantes e povos indígenas. Ao seguir os caminhos da Comissão, o documentário não apenas documenta as atividades de enfrentamento ao crime de tráfico de pessoas, mas destaca a importância da escuta como ferramenta de acolhimento e denúncia.

A produção lança luz sobre a resposta insuficiente do Estado e reafirma o papel fundamental da Igreja Católica na defesa da vida, em uma missão contínua e desafiadora.

Ficha Técnica:

•Realização: Comissão Especial Episcopal de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (CEETH-CNBB)

•Produção, Reportagem e Imagens: Cláudia Pereira

•Direção e Roteiro: Cláudia Pereira e Humberto Capucci

•Edição e Finalização: Humberto Capucci

•Trilha Sonora: André Luiz Sousa e Ewerton Oliveira

•Música: Venezuela – Luis Silva

•Apoio: Conferência Episcopal Italiana

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